domingo, agosto 31, 2014
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Acusado de praticar duplo homicídio em Iguatu é preso enquanto trabalhava como pedreiro em SC

Anastácio de Oliveira Lopes, 46 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (11) na cidade de Blumenau, em Santa Catarina (Foto: Divulgação)

Anastácio de Oliveira Lopes, 46 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (11) na cidade de Blumenau, em Santa Catarina (Foto: Divulgação)

Anastácio de Oliveira Lopes, 46 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (11) na cidade de Blumenau, em Santa Catarina. Ele é apontado pela polícia com o principal acusado de cometer um duplo homicídio na manhã de 21 de Junho na cidade de Iguatu, Região Centro Sul do Estado, conforme o Site Miséria já havia noticiado em primeira mão.

O trabalho de investigação do Núcleo de Análise e Inteligência Policial (NAIP) da delegacia regional de Iguatu, em conjunto com a polícia de SC chegou ao paradeiro do suspeito que, no momento da prisão, estava trabalhando como pedreiro em uma obra, não esboçando qualquer reação.

O Delegado Regional de Blumenau, Bruno Éfori, contou que o canal de denúncias anônimas foi primordial para prisão de Anastácio. “Recebemos uma ligação através do 181 informando o local onde um suspeito foragido do Ceará estava trabalhando”. “No momento da prisão ele disse que estava sendo acusado de um crime que não cometeu, entregou sua identidade verdadeira e o conduzimos para a delegacia”, acrescenta Éfori.

Apesar da negativa do acusado, o inspetor iguatuense Nipônico Bezerra, diz não haver dúvidas sobre o envolvimento de Anastácio com o crime de execução contra Paulo Sérgio Duarte de Souza e Cleirton Mendonça de Oliveira.

Crime

Na manhã do último dia 21 de Junho, os corpos de Paulo Sérgio Duarte de Souza e Cleirton Mendonça de Oliveira foram encontrados dentro de um carro modelo Fiat Strada de placas NPX – 1210 (inscrição de Cajazeiras-PB). O veículo estava parado no acostamento da CE 060, nas proximidades do Sítio Gadelha, a 10 km da sede do município iguatuense.

As vítimas foram mortas com uma perfuração na cabeça. Nada havia sido levado, o que fez a polícia erguer a tese de execução, uma vez que Paulo Sérgio respondia pelo artigo 121 (homicídio).

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